Uma Grande Experiencia nos EUA
16/12/2009
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Fiquei de escrever algo durante a viagem aos EUA mas por motivos tecnicos nao consegui.

Mas vamos ao que interessa. Fomos dia 5 para Oklahoma City, considerados por muitos a capital mundial do QM. Voltamos dia 14. Foram quase 10 dias respirando sobre o QM durante a maior prova para potros na modalidade de tres tambores.

Vou escrever aos poucos sobre minhas impressoes. Mas uma coisa e certa. Estamos aqui na terrinha uns 10-15 anos atras do que acontece nos EUA na modalidade. E isso e natural, afinal o Brasil como pais esta uns 20-30 atrasado no seu desenvolvimento em relacao aos EUA. Mas o que me da esperança e que esse atraso pode ser retirado muito rapidamente, so depende da boa vontade dos organizadores de provas, associados das entidades da raça ou esporte, criadores, competidores, ou simples proprietarios.

Mas para fazer isso achamos fundamental uma coisa, para quem puder ou quiser e claro. O inter-cambio com o EUA tem que aumentar. Esse ano aparentemente ja foi recorde. Contamos mais de 20 brasileiros em Oklahoma, entre competidores, treinadores, proprietarios, etc. Em relacao a redeas e a apartacao e um numero pequeno (ouvimos que o povo da apartacao estava em grande numero, ou cerca de 60).

Fomos visitar varios ranchos e haras, centros de reproducao (garanhoes e matrizes), locais de prova, etc. Alguns deixaram a todos de queixo caido como o Lazy E Ranch e o Judd Little Ranch. Vimos estrelas da corrida e do tambor como Corona Cartel, Dash For Perks, Firewater Fiesta e ate uma irma propria do First Down Dash.

Uma coisa boa e que o numero de treinadores presentes foi bem grande. Estiveram por la: Abelardo Peixoto, Abelardo Junior, Andre Coelho, Marcos Toledo, Ana Paula Zillo, Marcos Monzinho, Rodrigo Oliveira e a Gabi Cestari. Sem duvida o que eles viram vai agregar ao nosso esporte no medio prazo.

O nosso "atraso" esta basicamente em grandes temas como:

1) Qualidade dos recintos;
2) Qualidade da premiacao;
3) Quantidade de categorias;
4) Regras diferentes em alguns detalhes;
5) Pistas menores;
6) Qualidade do reparo e dinamica do reparo;
7) Linhagem dos cavalos usados;
8) Qualidade dos organizadores das provas e grande atencao e respeito dos competidores;
9) Qualidade da locucao, sonoplastia e informacao fornecida;
10) Dinamica de leilao muito mais pragmatico e objetivo.

Vou abordar cada assunto desses depois, falando sobre o que vimos por la.

O importante e tentar entender porque la eles fazem assim e ver se vale ou nao a pena simplesmente importar o conhecimento de la para fazer a modalidade dos tres tambores por aqui continuar a evoluir da maneira mais rapida e eficiente possivel. Logicamente, sabemos que nem tudo pode ser "importado" mas com boa vontade e uma visao de bom senso muito pode ser mudado por aqui sem na pratica mudar a essencia do esporte.

O tambor precisa evoluir para continuar a atrair um numero cada vez maior de competidores, criadores e proprietarios. E precisamos reduzir o nosso atraso da maneira mais correta possivel. Vamos ver como podemos usar o que aprendemos por la para melhorar cada vez mais esse esporte que fascina a tantos no meio do QM e suas raças irmas.



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