O problema é a tal da política
28/11/2007
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Prezados Roberta e Thomas,

Envio este e-mail reforçando a opinião da leitora Renata Lima.

Apesar de ter uma visão um pouco mais crítica da situação também fico indignado com tais atitudes por parte da ABQM em relação a não homologação das provas modelo 3D. É uma pena que as razões politicas entre associações venham a intervir no andamento e na qualidade do esporte em geral. Na minha opinião não é de hoje que isso acontece. O Tambor é, a muitos anos a maior porta de entrada para novos cavaleiros, novos proprietários, novos criadores, ou seja a porta de entrada do aumento do consumo de tudo que é relacionado ao Quarto de Milha e aos esportes western no Brasil.

É muito comum ver competidores em destaque na Rédeas, Apartação, Laço e outros que iniciaram e se apaixonaram pelo Quarto de Milha no Tambor e Baliza.

É uma pena que as pessoas, aquelas que estão no comando desta grande associação não tenham os olhos atentos para isso e não valorizem o Tambor e a Baliza da forma como este merece ser valorizado.

Como o maior esporte de equitação western do Brasil, como a maior porta de entrada ne novos associados à raça, como o esporte que mais cresceu na equitação western nos últimos 10 anos, com o maior número de competições e de competidores pelo país, que dá os melhores prêmios em somatoria, que tem maior número de campeonatos regionais, maior número de núcleos, associações e regionais.

Enfim, é a modalidade mais forte da equitação western no Brasil e pra não dizer na America Latina.

E tudo isso aconteceu também por causa da adoção do sistema 3D, aonde aquele competidor que se via desmotivado pois não tinha um cavalo de nível premium, tem novamente a oportunidade de correr de igual para igual com outrros cavalos do mesmo nível e de voltar a disputar prêmios e vivenciar o sabor das vitórias. Para as crianças então, futuros campeões, futuros criadores e futuros consumidores deste mercado é ainda mais emocionante e bonito quando se tem a capacidade de premiar ao invés de apenas 3 a 5 competidores por etapa, premiar 15. São 15 novos corações apaixonados pelo esporte.

É uma pena que quem lidera a associação não olhe para isso e se deixe levar por ambições e causas politicas em suas decisões. É triste pois eles não percebem mas estão aleijando o esporte. Aleijando um sistema que se mostra vencedor, empolgante, valorizador do mercado e da cultura do cavalo. Une as pessoas, gera divisas, aumenta premiações, fomenta o esporte e cria toda a condição para que este nosso amado esporte venha a crescer ainda mais. Os recordes são batidos neste sistema e são batidos pois cada vez mais vemos a profissionalização chegando. Seja na qualidade das pistas, na genética cada vez mais apurada e nas técnicas que cada vez mais são difundidas e recicladas. Não estou dizendo que é tudo graças a APTB ou ao sistema 3D. Mas sim que este esporte cresceu muito após esta adoção e que ela é algo que realmente beneficia, não a todos pois isso é impossível, mas a grnade maioria. Treinadores, competidores jovens, amadores, o mercado em geral (não só de compra e venda de cavalos, mas de insumos, equipamentos, automotores, trailers, vestuário, calçados, e todos que se beneficiam de mais cavalos, mais provas, mais competidores, mais publico consumidor).

Fica aqui minha opinião sobre este assunto inteligentemente postado pela Renata Lima. É uma pena que aqueles que tomam as decisões na ABQM não tenham a mesma visão daqueles que realmente FAZEM algo de bom para o esporte.

"Se seus dirigentes não pensam como você, não mude seus pensamentos, mude seus dirigentes".


* Enviado por Diogo Calazans Pierri



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